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Todos os coproprietários devem contribuir para o pagamento do trabalho de manutenção realizado nas partes comuns de um condomínio. A distribuição do pagamento é feita proporcionalmente à parcela calculada de acordo com o valor dos lotes de cada coproprietário.

Quem paga pela manutenção do condomínio?

Cada co-proprietário deve assumir o pagamento das despesas até sua parte. Os regulamentos de copropriedade definem a parcela proporcional de cada lote. A lei distingue duas categorias de encargos: despesas gerais e relativas a serviços e equipamentos.

O trabalho de manutenção relacionado à manutenção de rotina e pequenos reparos está incluído no orçamento estimado. O pagamento para este trabalho de manutenção não está, portanto, sujeito a cobrança de taxas adicionais. Por outro lado, o custo das principais obras ou trabalhos excepcionais votados na assembleia geral é pago em adição aos gastos correntes.

As diferentes classificações de encargos

Em termos de encargos, a lei de 10 de julho de 1965 que fixa o status do condomínio distingue 3 principais categorias de despesas:

1- Despesas gerais
As despesas correntes estão relacionadas à manutenção, manutenção e administração da copropriedade. As despesas previstas no orçamento estimado são financiadas pelo pagamento de provisões pagáveis ​​trimestralmente e antecipadamente, a menos que a AG vote de forma diferente (seção 14-1 da Lei de 1965).

2- Trabalhos excepcionais
Isto diz respeito a todo o trabalho de conservação, manutenção ou manutenção do edifício que não esteja incluído no orçamento estimado. A Assembleia Geral fixa o montante e a data de vencimento das provisões correspondentes.

3- Os trabalhos nos equipamentos coletivos
Estes são os custos que causam mais disputas em um condomínio porque seu cálculo está sujeito ao uso objetivo do equipamento.

Bens públicos são equipamentos utilizados por todos os coproprietários, como elevador, aquecimento coletivo, interfone, antena coletiva... Os regulamentos de copropriedade listam todos os equipamentos que representam a propriedade comum da propriedade, especificando as taxas para cada lote. Despesas são discriminadas por "utilidade objetiva". Claramente, o coproprietário deve participar das despesas e obras, mesmo que não use o equipamento coletivo.

Por exemploPara os custos do elevador, os proprietários dos lotes localizados no piso térreo não têm de suportar estes custos, a menos que o elevador sirva na cave ou no estacionamento. A participação do coproprietário do 1º andar será menor que a do co-proprietário do 6º andar.

Para um intercomunicador, a parte dos encargos será idêntica para todos os co-proprietários, porque este equipamento tem a mesma utilidade para todos.

Como calcular as taxas de diretores da copropriedade?

Cada co-proprietário tem uma parte do condomínio. Esta parte é expressa em honorários de diretores ou freqüentemente chamados de "milésimos", que são de fato honorários dos diretores expressos na forma de mil.

Esta parte é calculado de acordo com a área, a situação dos lotes e do piso, mas também os acessórios interiores e o nível de conforto da propriedade (varanda, jardim privado...).
Os honorários dos diretores determinam o número de votos de um coproprietário durante uma votação na assembléia geral, bem como seus direitos e obrigações.

Essa parcela pode ser diferente quando se trata de encargos de serviços públicos, porque a distribuição é calculada com base na utilidade e no benefício que o equipamento representa para cada lote.


Instruções De Vídeo: Plano de manutenção em um condomínio residencial