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Diagnóstico Imobiliário

Desde 1996, a data da obrigatoriedade de um acompanhamento de isolamento e flocagem antes da demolição (com o objetivo da triagem do amianto), os diagnósticos imobiliários multiplicaram-se. Foi desde 1998 a obrigação de realizar um diagnóstico dos riscos de acessibilidade para liderar em 1999, o estado parasitário (tendo em particular a presença de cupins no quadro), em 2002, o diagnóstico de amianto (especificado em 2005 e em 2013 ), em 2006 o estado dos riscos naturais, e no mesmo ano o diagnóstico de desempenho energético para venda (DPE), em 2007 o diagnóstico de gás e a ampliação do DPE para aluguel, em 2009 o diagnóstico de instalações elétricas para a venda, estendida para o contrato de arrendamento em 2017, em 2011 o diagnóstico de saneamento não coletivo. Além disso, desde 1997, a "medição" lei Carrez na área de lotes do condomínio para venda. Todos estes diagnósticos destinam-se a informar o comprador ou o futuro inquilino de um imóvel sobre o estado do mesmo nestas diferentes áreas.

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