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A ponte da Normandia, a ponte Île de Ré ou as torres da Galáxia do Norte são notáveis ​​por sua estética - a delicadeza dos suportes, a ousadia das elevações - tanto quanto pela velocidade dos locais de construção, concluídos em tempo recorde, mesmo para esses edifícios. operações muito grandes. Tudo isso se deve em parte aos concretos de alto desempenho.

Ponte da Normandia no Sena (Seine-Maritime)

Usado desde o final do século XIXe século, o concreto armado tradicional tem resistência limitada. E isso apesar da proeza de Charles Rabut, engenheiro das pontes e estradas, ou de seu aluno, o engenheiro Eugène Freyssinet, que desenvolve o concreto protendido. O concreto só é efetivo na compactação. Daí a aliança com o aço, que por sua vez tem excelente comportamento de tração...
A vibração, usada na França durante a reconstrução, permite expulsar as bolhas de ar e, conseqüentemente, reforçar a durabilidade do concreto armado.

Mas nos últimos anos, a introdução de misturas, sejam elas vapores de sílica, fibras plásticas ou tiras finas de metal, dobrou a resistência, de 50 MPa para um concreto convencional a mais 120 MPa para concretos reforçados com fibras plásticas.
Estes concretos são hoje utilizados em obras de prestígio (pontes, edifícios...), mas também mais simplesmente em produtos onde o peso é essencial: pedras de pavimentação de terraços ou de estradas, vigas com vigas, até mesmo móveis... Todos usam em grande parte os desempenhos destes concretos.
Mas as evoluções não param por aí, muitas vezes graças à pesquisa realizada pelas grandes empresas da BTP. Continuam hoje com o aparecimento de concretos auto-compactáveis ​​e autonivelantes.
Para mais informações: Cyrille Simonnet, Concrete, História de um material, Parênteses, 2005


Instruções De Vídeo: Concreto com 120 MPa? Concreto de alto desempenho parte 1